quinta-feira, 31 de março de 2011

Quem meus filhos beija...

Amei!

Simplesmente, amei!
Este foi um presente que o D. recebeu de Natal. Lindo, não é?
Estou a dar-lhe especial destaque, porque considero que quem o fez merece, por diversas razões, entre as quais pelo cuidado que teve desde a iniciativa de o fazer, à perfeição com que executou. Isto, sem demérito para todas as ofertas especiais que vamos tendo e que, neste Natal, não foram excepção. Hoje, a contemplada para este destaque foi a F.. Obrigada, amiga.



 

quarta-feira, 30 de março de 2011

O Comboio dos Dinossauros - Abertura

No reino da fantasia




Talvez das primeiras areias que pisei na vida. O mar... simplesmente fabuloso!


Esta é uma torre onde vive um Dragão! Batemos à porta, mas o Dragão não estava. Mesmo em frente, no meio do mar, há uma rocha com um ninho de dragões!


... e depois a menina foi fazer um pic-nic - foi no tractor com o pai e a mãe foi a cavalo!


Todos a bordo, todos a bordo, no combóio... dos Dinossauros!




E para rematar um belo fim de semana, durante o qual demos um pulinho à praia, jantámos muito bem e demos asas à imaginação com uma visita à Torre do Dragão e ao Museu dos Dinossauros, preparei esta surpresa para o P..




Dia de S. Valentim




Já sentia falta de experimentar um bolinho, e como a evolução da minha barriga o não aconselhava, optei por uma versão mini para marcar o dia!

sábado, 26 de março de 2011

SPIDER-MAN

Os anos do D. estavam à porta e, depois de ter conseguido fazer aquele bolo no Natal, comecei a pensar fazer o bolo do D. Conseguiria? A minha amiga F. deu-me um grande incentivo. Perguntei ao D. que bolo queria, com que boneco. Falou-me no Popeye - andava muito entusiasmado com um DVD que cá temos. Pouco depois, falou-me no Homem-Aranha e foi a figura que se foi mantendo no seu discurso.

Certíssimo, vamos fazer um bolo do Homem-Aranha. Até porque o P. é fã deste super-herói. Será hereditária a admiração por tal figura?

Comecei a ver na net o que já tinha sido feito, aquilo que mais gostava e aquelas soluções que menos me agradavam. Decidi fazer mesmo o boneco e não a cara (embora tivesse visto bolos bem engraçados só da cara, gostei mais das outras soluções), acompanhado de um a quem chamei Super-D.

Acho que ficou bem engraçado. Não ficou perfeito, mas foi o que consegui, com todos os preparativos inerentes à festa. Fiquei bastante contente por ter sido eu a fazer o bolo do meu D. - D de Diogo. Ele estava radiante com a festa e com os amigos lá em casa!

Quanto à confecção da massa, o bolo era de noz com recheio de doce de abóbora... estava óptimo! A receita da doce Dra. Margarida (colega da minha mãe e minha professora no ciclo) continua a fazer sucesso! Adivinhem quem deu uma mãozinha a partir nozes?

Não consegui reunir todos os amigos e familiares no mesmo dia, por isso a festa continuou. No segundo dia, o novo bolo resultou num cenário diferente, com a mesma inspiração.

Depois de duas festas em casa, confesso que a disposição para o bolo da a festa da escola era outra. O tempo também mais curto ajudou à opção. Fiz um bolinho mais simples, e decorei-o apenas com umas estrelinhas. Tinha um busto de Homem-Aranha, usado há uns quantos anos num bolo do P., que veio mesmo a calhar! E ainda bem que não havia tanta bonecada em pasta de açúcar, porque mesmo assim as línguas dos meninos estavam azuis!

Ensina-me a pescar


Fomos atingidos por uma praga! Não... nada de alarmismo! As flores e cactos do nosso canteiro começaram a ter que partilhar o seu espaço com umas formiguinhas, que deram lugar a um vastíssimo número de lindas formiguinhas (talvez aos olhos do D.), cuja existência se tornava cada vez menos desejável. Fizemos uma intervenção pouco cirurgica, com o apoio incondicional e fundamental do meu pai e da minha mãe, e removemos as plantas e "restaurámos" a terra. Já não sei ao certo de quem veio a ideia, mas o meu sogro e a minha cunhada foram à feira comprar os primeiros novos moradores do nosso espaço ajardinado.  

Plantámos uma mini-horta com toda a família, para o que D. possa ver crescer alfaces, espinafres, couves, tomates-cereja... e aprenda a cuidar dela.

Eis o resultado!






O melhor de tudo é que a horta não é perceptível do exterior, não desfeia - aliás, tem um ar composto, é extremamente prática e tudo é saboroso e mais tenro! 

sexta-feira, 25 de março de 2011

Luzes que não são de Natal



Não sou grande seguidora do Halloween, mas também não tenho nada contra. Apenas não há esse hábito na nossa cultura, ainda que por aqui cantem os "Bolinhos e bolinhós". Nunca tive autorização para ir aos "Bolinhos e bolinhós", mas na escola do D. ensinaram-lhes a canção e eles lá percorreram as intalações e aderiram à tradição. O D. adorou! Por casa foi engraçadíssimo acompanhar estes dias, com cantilenas e caixas de luz improvisadas e outras não - a minha cunhada C. comprou uma bela abóbora e fizemos este exemplar. Pode ser que para o ano a experiência seja mais doce!


Esta foto dedico à minha amiga J. - o recheio dá uma sopinha muito boa para os G!

Natal


Tinha em mente experimentar fazer um bolinho destes, mas a gripe com que estava dificultou-me a tarefa. Ninguém lá de casa (o almoço de dia 25 era nos meus pais) sabia da minha intenção. Pedi ao menino Jesus força e o meu desejo foi realizado. A minha vontade foi tanta, que lá fiz este presente. O P., o D. e o mini-feijão ajudaram, dando-me um tempinho tranquilo na cozinha. A minha mãe, a par do meu estado e da actual fartura natalícia, disse logo: "Para que foste comprar um bolo?". Sorri-me. Revelei a autoria à minha prima X.. Rimo-nos juntas da reacção da minha mãe. Foi giríssimo ver o ar de surpresa quando todos souberam que tinha sido eu a fazê-lo!

quinta-feira, 24 de março de 2011

A Festa da escolinha


Por incrível que pareça nunca tinha feito salame de chocolate. Nunca "by myself". Lembro-me de ter feito nos 3 ou 4 anos com a educadora Amélia, mas depois disso, não era doce que fizesse parte das nossas festas. Mais vale tarde que nunca! Tinha pensado fazer umas bolachinhas de manteiga com o D. para ele levar para a festa da escola e assim sentir a sua contribuição para o grande dia. Aliás, chegámos a fazê-las, mas ficaram lá por casa. A educadora I. avisou-me que já tinham agendado fazer bolachinhas com os meninos e sugeriu-me salame por ser algo em que o D. facilmente participaria. Assim foi, ele ajudou-me e o resultado foi fantástico! Resolvi dar um ar natalício, acrescentando umas decorações em pasta de açúcar.

terça-feira, 22 de março de 2011

O Rolo da Massa

Há mãos cuja existência é suficiente para vermos arte nelas. Estas são bem dedicadas e cheias de vontade. Uma vontade enorme de aprender, de fazer, que nem sempre encontra a dose extra de paciência que é necessária para encetar tarefas destas. Este foi um trabalho a dois que deu muito gozo. Aliás, um trabalho a três, pois mereceu a reportagem fotográfica do P. Sem ela, não haveria este registo, que me rasga um sorriso sempre que me deparo com ele.

D. e o seu pedaço de massa. O rolo pequenino foi presente dos pais.


Estas foram umas bolachinhas de manteiga que fiz pela época natalícia. Os cortadores foram roubados do kit oferecido ao D.