Certíssimo, vamos fazer um bolo do Homem-Aranha. Até porque o P. é fã deste super-herói. Será hereditária a admiração por tal figura?
Comecei a ver na net o que já tinha sido feito, aquilo que mais gostava e aquelas soluções que menos me agradavam. Decidi fazer mesmo o boneco e não a cara (embora tivesse visto bolos bem engraçados só da cara, gostei mais das outras soluções), acompanhado de um a quem chamei Super-D.
Acho que ficou bem engraçado. Não ficou perfeito, mas foi o que consegui, com todos os preparativos inerentes à festa. Fiquei bastante contente por ter sido eu a fazer o bolo do meu D. - D de Diogo. Ele estava radiante com a festa e com os amigos lá em casa!
Quanto à confecção da massa, o bolo era de noz com recheio de doce de abóbora... estava óptimo! A receita da doce Dra. Margarida (colega da minha mãe e minha professora no ciclo) continua a fazer sucesso! Adivinhem quem deu uma mãozinha a partir nozes?
Não consegui reunir todos os amigos e familiares no mesmo dia, por isso a festa continuou. No segundo dia, o novo bolo resultou num cenário diferente, com a mesma inspiração.
Depois de duas festas em casa, confesso que a disposição para o bolo da a festa da escola era outra. O tempo também mais curto ajudou à opção. Fiz um bolinho mais simples, e decorei-o apenas com umas estrelinhas. Tinha um busto de Homem-Aranha, usado há uns quantos anos num bolo do P., que veio mesmo a calhar! E ainda bem que não havia tanta bonecada em pasta de açúcar, porque mesmo assim as línguas dos meninos estavam azuis!
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