O que tem a casa da avó Dina de especial?
Há muitas coisas que vamos aprendendo já crescidinhos. Tive a felicidade de poder contactar em pequena com alguns animais livres, brincar pelas ruas em casa dos meus avós maternos, acordar de manhã com aquela humidade característica e sair à rua de chinelos para ir ter com o meu avô ao pé do pessegueiro e passear no quintal, enquanto todos os outros dormiam... fazer coisas que na cidade, já naquele tempo, não era possível.
Não é isso que me tira da cidade, confesso. Gosto bastante da cidade, fascina-me o urbano, o movimento, a intensidade. No entanto, sinto como uma benção a possibilidade do D. vivenciar os dois tipos de experiências, sem a necessidade de simular algumas delas (nisto, penso nas visitas às quintas pedagógicas e afins, cuja existência considero de suma importância). A possibilidade do D. e também a minha! E, como disse, há coisas que vamos aprendendo já crescidinhos. Muitas coisas! Sabia lá eu que uns ovos levavam 21 dias a chocar? Daqui a uns tempos, provavelmente não saberei. Seja como for, hei-de ter a ideia que é perto de 1 mês...
Bom, o meu sogro lá arranjou maneira deste pinto nascer no dia de anos da avó Dina. Eu, ofereci-lhe umas flores.
Flores da Dina
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